Piscina e bebês: Informações e dicas!!

Olá!

agua

Brincar com o bebê na água é muito divertido! Uma mamãe leitora do Universo de Mãe mora na praia ( ai que delícia! ) e no prédio dela tem piscina, e então surgiu o pedido do tópico: Quando posso levar meu bebê para a piscina??

 Vamos ver algumas dicas para levar seu bebê para a piscina com segurança!

A partir de quando posso colocar meu bebê na piscina? 

A partir dos 3 ou 4 meses. Alguns pediatras preferem esperar até os 6 meses ou mais para liberar o uso da piscina, dependendo da criança e do risco de infecções. 

Ele entra na piscina de fralda? 

O ideal são as fraldas especiais para uso em piscina, mas elas não são obrigatórias. As fraldas descartáveis comuns “incham” no contato com a água, atrapalhando os movimentos do bebê. Converse com os responsáveis pela piscina e, se você achar que não há muito risco de seu filho fazer cocô, pode entrar com ele só de sunga ou maiô, por um período máximo de meia hora. 

Óculos de natação só serão necessários mais tarde, por volta dos 3 anos. 

Se optar pelas fraldas descartáveis especiais para uso em piscina, existem várias marcas no mercado que não incham e não vazam na água! 

Caso a piscina não esteja muito perto da sua casa, leve uma mamadeira ou um lanchinho ou amamente o bebê depois da brincadeira na água — a água deixa os bebês com fome!

As academias já têm brinquedos para os bebês, mas, se você for a outro tipo de piscina, leve os brinquedos de banho preferidos do seu filho.

Como fazer o bebê se acostumar com a água 

Alguns bebês se assustam com o contato com a água. Veja como você pode ajudar:

• Faça brincadeiras na hora do banho. Jogue água sobre o corpo da criança e o coloque de bruços para “nadar”, sempre com apoio.

• Não faça a estréia do bebê numa piscina muito cheia de gente.

• Quando entrar com o bebê na piscina pela primeira vez, mantenha o rosto dele próximo ao seu e olhe-o nos olhos. À medida que ele se tranquilize, você pode começar a movimentá-lo mais na água.

Como se divertir na água 

Veja algumas dicas para que o bebê encare a piscina como diversão, e aprenda os princípios básicos da natação:

• Mostre ao bebê como bater as mãozinhas e os pés na água. Jogue um brinquedo a alguma distância e faça a criança “nadar” até ele, carregando-a.

• Ensine a criança a fazer bolhinhas na água. O melhor jeito de fazer isso é pelo exemplo. Esse passo é importante para que ela aprenda a não inalar a água.

• Quando o bebê já sentar, coloque-o sentado na borda da piscina, com você dentro da água, e cante uma musiquinha, como “O sapo não lava o pé”. Ao fim da música (no “chulé”, por exemplo), “mergulhe-o” na água e faça festa.

• Deite-o de barriga para cima com a cabeça apoiada no seu ombro. Incentive-o a bater as pernas.

• Não há perigo em afundar o rosto do bebê na água por alguns segundos. Há pesquisas que mostram que bebês novinhos não inalam a água. Mas dá uma certa aflição fazer isso pela primeira vez, portanto o melhor é contar com a ajuda de um profissional de educação física, especializado. Às vezes, eles ensinam a técnica de soprar o rostinho do bebê para que eles não sejam pegos de surpresa pelo mergulho.

Que cuidados devo tomar? 

• Não alimente o bebê até uma hora antes do início da atividade na piscina.

• A temperatura ideal da água é entre 29 e 30 graus Celsius. Verifique com os responsáveis pela piscina. Se estiver calor, você pode entrar com o bebê numa piscina não aquecida, desde que ela não esteja muito gelada, mas retire a criança se ela começar a tremer, e embrulhe-a numa toalha quentinha.

• Comece com dez minutos de atividade e vá aumentando até meia hora. Até 1 ano de idade, o ideal é não passar de meia hora na piscina.

• Não leve a criança à piscina se ela estiver resfriada ou doente.

• Se seu bebê tem problemas de pele, converse com o pediatra para saber se a piscina não vai agravar a irritação. Pergunte aos responsáveis pela piscina qual é o processo de tratamento da água. Tratamentos que usam a salinização ou o ozônio usam menos cloro, substância que limpa a água mas pode causar irritação na pele e problemas respiratórios.

Quando posso usar protetor solar no bebê?

Apenas a partir dos 6 meses é recomendado o uso de filtro solar.

A recomendação – da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  deve-se ao fato de que, por ser mais fina, sensível e permeável, a pele do bebê que ainda não completou seis meses está sujeita à intoxicação pelas substâncias químicas dos fotoprotetores.

De acordo com a coordenadora de pediatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, a fotoproteção dos recém-nascidos precisa ser garantida por chapéus e roupas apropriadas, como as de algodão e linho, preferencialmente em cores claras. A médica destaca que, no mercado brasileiro, já é possível encontrar peças feitas a partir de um tecido que diminui significativamente a penetração da radiação solar. Segundo ela, o guarda-sol não serve como alternativa. “Ele não oferece proteção adequada, pois o reflexo do sol na areia e no piso da piscina também atinge a pele”, diz..

Para o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros,  autor do livro “Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses”, é importante que essas roupas não fiquem muito justas no corpo, de modo a facilitar a circulação de ar.

Verão dentro de casa?

A pediatra Filumena Gomes,  da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, afirma que não é necessário se trancar em casa com a criança para esperar as temperaturas baixarem – inclusive porque o sol é essencial para a síntese de vitamina D, responsável pela absorção e fixação do cálcio. Ela explica que, neste primeiro semestre, 10 minutos diários de exposição, antes das 10 horas ou após as 16, são suficientes.

Todo cuidado é pouco

Segundo o dermatologista Marcos Bonassi, de São Paulo, a ocorrência de bolhas e queimaduras graves durante a infância eleva o risco de câncer de pele na vida adulta. A superexposição aos raios também acelera o processo de envelhecimento da pele e o calor predispõe os pequenos a problemas como brotoejas e desidratação.

Um mergulho na piscina pode ser o causador de choros e noites mal dormidas também. A otite externa, popularmente conhecida como otite de verão é uma infecção da pele do canal auditivo externo que causa dor e incômodo. Os responsáveis são banhos e imersões em água que geram acúmulo de líquido na região, principalmente nas crianças predispotas.

O primeiro protetor

No segundo semestre de vida, as características da pele do bebê já se aproximam das do adulto. “Sua capacidade de eliminar as substâncias químicas presentes no filtro solar aumenta e, por isso, os pais já podem lançar mão do produto”, constata Barros.

A partir daí, é necessário atentar-se a detalhes referentes à composição dos fotoprotetores. As versões infantis, geralmente, não contêm substâncias com potencial alérgico, porém, é sempre bom checar o rótulo para se certificar de que o filtro é hipoalergênico.

Os protetores destinados à faixa etária de seis a 24 meses são os físicos, encontrados na forma de creme, e que formam uma verdadeira barreira contra a radiação. “Somente após os dois anos é recomendado o uso de filtros químicos”, diz. O fator de proteção solar – muitas vezes representado apenas pela sigla FPS – deve ser, de preferência, entre 30 e 50. Mas, o fator 15 já é eficaz, que recomenda índices maiores quando o nível de exposição solar for mais alto, como em viagens de barco, por exemplo.

Vale destacar que, se o contato com a radiação for frequente ou prolongado, o produto tem que ser aplicado mesmo se a criança não estiver na praia ou na piscina.

Aplicação

Deve-se passar o fotoprotetor pelo menos 30 minutos antes da exposição solar, ainda sem roupa, para que não restem áreas desprotegidas. Entre as partes do corpo que merecem maior atenção, estão a face, o tronco e os membros. Para os lábios, a melhor opção, na opinião dos  especialistas, é o protetor em bastão. A reaplicação precisa ser feita a cada hora ou quando houver longa permanência na água.

Mesmo que todas essas recomendações sejam seguidas à risca, os horários considerados mais seguros para o banho de sol têm que ser respeitados, já que o filtro não confere 100% de proteção à pele.

Fonte: Semprematerna/bebeabril/babycenter

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