Reações e calendário de vacinas

Oi gente!!

Hora da vacina! Quer ver uma mãe ficar com o coração na mão? É só acompanhar a hora da vacina! A gente fica com o maior dó de deixar a enfermeira dar a picadinha no bebê mesmo sabendo que é a melhor coisa para ele! Toda vez que eu vou dar vacina na Catarina, já fico tensa! rs.

Sempre vou com o meu marido, ele que coloca a pequena no colo e eu fico na frente dela, com um chocalhinho da Mônica que ela ama, e ficou balançando a Mônica sem parar, acho que é para distrair mais a mim do que ela!rs.

Daí então chega a enfermeira…e começa a batelada de vacinas! Minha pediatra pediu todas as vacinas juntas, nos 2 meses, depois nos 4 e assim vai, ela tem uma teoria boa: Se for dar reação ( febre, moleza ), já dá de uma vez e o ” trauma” de tomar as vacinas é tudo um dia só e pronto, acabou! Depois só dali mais X meses!

A enfermeira já conhece como é mãe,né? Elas chegam falando: ” Mãe, agora vou dar a vacina X, essa dói um pouquinho, essa aqui dói mais” Aiiii, socorrooo! Não pode ser tudo gotinha??rs

Bom, mas a verdade é que vacinas são importantíssimas e temos que estar com elas em dia para nós e para nossos pequenos!

As reações de vacina variam, mas em geral, o que sempre nos passam na clínica é :

– O bebê pode ter febre;

– Se o bebê está tendo cólicas, elas tendem a piorar por um tempo;

–  O bebê fica mais molinho e choroso;

– O bebê dorme mais uns dias depois da vacina.

E é isso mesmo!

Uma das primeiras vacinas que o bebê toma é a a BCG, que é uma única dose e o bebê nem chora muito na picada, ela não é super dolorida! Mas essa é a vacina que deixa a marquinha no braço! A enfermeira ( ainda bem que ela avisou! rs ) disse que, a vacina só funciona se o local ficar depois de alguns dias vermelho, até com pus e depois vira uma cicatriz! Gente, eu vou colocar uma foto dessa reação para vcs não se assustarem quando for a hora de vcs darem essa vacina! Fica feio mesmo! e é assim que tem que ser!

É isso aí, gente! Coloquei, abaixo, quem quiser conferir todas as vacinas mês a mês do primeiro ano do bebê. Para conferir o calendário completo de vacinação para qualquer idade, acesse aqui

1 mês

BCG (dose única)

É a vacina que protege contra as formas graves de tuberculose, doença ainda muito comum em nosso país. É produzida com uma forma atenuada do bacilo (bactéria) causador da doença. Essa vacina não costuma provocar reações imediatas, mas depois de 2 a 3 semanas pode haver uma reação local, com o aparecimento de um nódulo que evolui para uma cicatriz. É aplicada em dose única, no braço direito, logo após o nascimento.

Hepatite B (primeira dose)

É a vacina que protege contra a hepatite B, uma forma de infecção viral que pode ser adquirida em qualquer momento da vida. Ela é produzida de uma “parte” do vírus que causa a doença. É muito segura e eficaz. Devem ser administradas três doses para garantir proteção adequada.

2 meses

Hepatite B (segunda dose)

É a vacina que protege contra a hepatite B, uma forma de infecção viral que pode ser adquirida em qualquer momento da vida. Ela é produzida de uma “parte” do vírus que causa a doença. É muito segura e eficaz. Devem ser administradas três doses para garantir proteção adequada.

DTP (difteria, tétano e coqueluche, primeira dose)

Protege contra difteria (crupe), tétano e coqueluche (tosse comprida). É uma combinação de duas toxinas inativadas (tétano e difteria) e de produtos da bactéria causadora da coqueluche. A tríplice comum (contém a bactéria inteira da coqueluche) associa-se com diversos efeitos adversos após a aplicação, como febre e dor; com sua forma acelular (contém alguns produtos purificados da bactéria da coqueluche), as reações são muito mais leves. Deve ser aplicada em 3 doses e 2 reforços

Hib (Haemophilus influenzae, primeira dose)

Protege contra a bactéria Haemophilus B, que é responsável por doenças graves como meningite, pneumonia e epiglotite (inflamação da glote, que leva à falta de ar). A vacina é composta de partes dessa bactéria e deve ser aplicada por via intramuscular. Devem ser administradas 3 doses e de 1 a 2 reforços.

Pólio oral ou inativada (primeira dose)

Protege contra a paralisia infantil. Existem dois tipos de vacina: Sabin, ou trivalente oral, produzida com o vírus vivo atenuado, e Salk, ou injetável, produzida com o vírus inativado. Deve ser administrada em 3 doses e 2 reforços.

Rotavírus (primeira dose)

É uma vacina que protege contra o rotavírus, agente frequente de diarreia entre as crianças. É uma vacina com vírus atenuado e deve ser administrada por via oral em 2 doses.

Pneumocócica conjugada (primeira dose)

Protege contra o pneumococo, bactéria que causa meningite e pneumonia. A vacina conjugada é feita com 13 sorotipos de pneumococo. Deve ser administrada em 3 doses e 1 reforço.

OBS: Existe a possibilidade da conjugação da DPT, HIB, Pólio e Hepatite B, podendo-se fazer a Vacina Hexavalente

3 meses

Meningocócica C (primeira dose)

Protege contra o meningococo C, um dos tipos que causam a meningite meningocócica, forma grave de infecção. Deve ser administrada em 2 doses e 1 reforço.

4 meses

DTP (difteria, tétano e coqueluche, segunda dose)

Protege contra difteria (crupe), tétano e coqueluche (tosse comprida). É uma combinação de duas toxinas inativadas (tétano e difteria) e de produtos da bactéria causadora da coqueluche. A tríplice comum (que contém a bactéria inteira da coqueluche) associa-se com diversos efeitos adversos após a aplicação, como febre e dor; com a forma acelular (que contém alguns produtos purificados da bactéria da coqueluche), as reações são muito mais leves. Deve ser aplicada em 3 doses e 2 reforços.

Hib (Haemophilus influenzae, segunda dose)

Protege contra a bactéria Haemophilus B, responsável por doenças graves como meningite, pneumonia e epiglotite (inflamação da glote, que leva à falta de ar). A vacina é composta de partes dessa bactéria e deve ser aplicada por via intramuscular. Devem ser administradas 3 doses e de 1 a 2 reforços.

Pólio oral ou inativada (segunda dose)

Protege contra a paralisia infantil. Existem dois tipos de vacina: Sabin, ou trivalente oral, produzida com vírus vivo atenuado, e Salk, ou injetável, produzida com vírus inativado. Deve ser administrada em 3 doses e 2 reforços.

Rotavírus (segunda dose)

É uma vacina que protege contra o rotavírus, agente frequente de diarreia entre as crianças. É uma vacina com vírus atenuado e deve ser administrada por via oral em 2 doses.

Pneumocócica conjugada (segunda dose)

Protege contra o pneumococo, bactéria que causa meningite e pneumonia. A vacina conjugada é feita com 7 sorotipos de pneumococo. Deve ser administrada em 3 doses e 1 reforço.

OBS: Existe a possibilidade da conjugação da DPT, HIB e Pólio, podendo-se fazer a Vacina Pentavalente

5 meses

Meningocócica C (segunda dose)

Protege contra o meningococo C, um dos tipos que causam a meningite meningocócica, forma grave de infecção. Deve ser administrada em 2 doses e 1 reforço.

6 meses

Hepatite B (3ª dose)

É a vacina que protege contra a hepatite B, uma forma de infecção viral que pode ser adquirida em qualquer momento da vida. Ela é produzida de uma “parte” do vírus que causa a doença. É muito segura e eficaz. Devem ser administradas três doses para garantir proteção adequada.

DTP (difteria, tétano e coqueluche, terceira dose)

Protege contra difteria (crupe), tétano e coqueluche (tosse comprida). É uma combinação de duas toxinas inativadas (tétano e difteria) e de produtos da bactéria causadora da coqueluche. A tríplice comum (que contém a bactéria inteira da coqueluche) associa-se com diversos efeitos adversos após a aplicação, como febre e dor; com a forma acelular (que contém alguns produtos purificados da bactéria da coqueluche), as reações são muito mais leves. Deve ser aplicada em 3 doses e 2 reforços.

Hib (Haemophilus influenzae, terceira dose)

Protege contra a bactéria Haemophilus B, responsável por doenças graves como meningite, pneumonia e epiglotite (inflamação da glote, que leva à falta de ar). A vacina é composta de partes dessa bactéria e deve ser aplicada por via intramuscular. Devem ser administradas 3 doses e de 1 a 2 reforços.

Pólio oral ou inativada (terceira dose)

Protege contra a paralisia infantil. Existem dois tipos de vacina: Sabin, ou trivalente oral, produzida com vírus vivo atenuado, e Salk, ou injetável, produzida com vírus inativado. Deve ser administrada em 3 doses e 2 reforços.

Rotavírus (terceira dose)

É uma vacina que protege contra o rotavírus, agente frequente de diarreia entre as crianças. É uma vacina com vírus atenuado e deve ser administrada por via oral em 2 doses.

Influenza (primeira dose)

Protege contra alguns tipos de vírus que causam a gripe. Como esses vírus sofrem modificações, a vacina deve ser aplicada em 2 doses com intervalo de 1 mês entre elas, a partir dos 6 meses, e repetida anualmente. É produzida com vírus morto.

OBS: Existe a possibilidade da conjugação da DPT, HIB, Pólio e Hepatite B, podendo-se fazer a Vacina Hexavalente

1 ano

Meningocócica C – dose de reforço

Protege contra o meningococo C, um dos tipos que causam a meningite meningocócica, forma grave de infecção. Deve ser administrada em 2 doses e 1 reforço.

SCR (sarampo, caxumba e rubéola) – primeira dose

Protege contra estas 3 infecções virais: o sarampo (doença exantemática que pode levar a complicações como pneumonias), a caxumba (inflamação da glândula parótida) e a rubéola (doença exantemática grave em mulheres grávidas). É produzida com vírus vivos atenuados. A imunização deve ser feita em duas doses, a primeira aos 12 meses de vida e a segunda entre 4 e 6 anos de idade.

Varicela – primeira dose

Protege contra as formas graves de varicela, uma infecção viral que leva à formação de vesículas pelo corpo, com febre e queda do estado geral. É produzida com o vírus atenuado. A primeira dose é aplicada com 1 ano de idade e pode ser feito um reforço na fase pré-escolar.

OBS: Existe a possibilidade da conjugação da SCR e Varicela, podendo-se fazer a Vacina Tetravalente Viral.

Hepatite A – primeira dose

É a vacina que protege contra a hepatite A, uma infecção viral que causa inflamação aguda e grave do fígado. É produzida a partir do próprio vírus na sua forma inativa. Deve ser administrada em duas doses, com intervalo de 6 meses.

Fonte: Clínica Infantil Reibscheid

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